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CULTURA | MUNDO | ENTREVISTAS | OPINIÃO

05 de Fevereiro, 2021

A MENINA DE BARRO, DE JORGE LUÍS CASTRO

“Fechei a minha janela, e deixei-te presa. (...) Vergonha temos de quem nos faz mal e nunca de quem nos ama.”

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©des

A Menina de Barro, do escritor Jorge Luís Castro, é transmissora da verdadeira razão de vida e testemunha de esperança. É um manifesto – num jogo metafórico –  a favor da renovação dos nossos actos, fonte de grandes sofrimentos e carências.  

O papel do “Luís” (personagem) representa a nossa sociedade fragilizada; põe-se em dúvida a sua importância. A figura da amiga, a menina de barro, suscita confiança, por causa – principalmente – da sua noção de memória. A amizade entre as duas personagens é de procura e, sobretudo, de transparência e fraternidade.

A memória da estória é muito bem pensada e esquematizada pelo escritor; a memória é 1 dia dividido em 7 capítulos (em numerologia o 1 significa início e o 7 significa consciência e renovação).

Boa leitura.

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Sinopse: Uma amiga nasce na vida de Luís, um pobre filho de caseiros do alto Minho nos meados do século XX, sob a forma de uma Menina de Barro, criada pelo belo acaso da Natureza. A Menina de Barro chega às livrarias como um manifesto contra o carácter descartável das relações humanas. Toda a metáfora sensorial, mental e física se debruça sobre este dilema actual, mostrando o carácter irreversível das nossas acções sobre todos os seus prismas: positivos e negativos. Se tudo o que fazemos é uma marca eternamente ressoante nos tempos, porque não deixarmos, nos momentos-chave da vida, o nosso tão pessoal manifesto de humanidade, compaixão e beleza?

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