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CULTURA | MUNDO | ENTREVISTAS | OPINIÃO

05 de Maio, 2020

As mais bonitas introduções cinematográficas narradas pertencem a um drama e a um thriller LGBTQ de 1992

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©Nelson Lau | Divulgação Devil’s Path

Sempre gostei de filmes narrados ou com ligeiras narrações. A ideia principal multiplica-se, cria entre nós uma ligação de sangue e fortifica-se. Uma boa narração é uma das minhas razões para gostar de um filme. Mas poucos se atrevem a dizer isto: há dias que apenas ouço filmes.

Escolhi dois filmes, um drama e um thriller, com as mais bonitas introduções narradas. É um risco dizer isto assim. É uma escolha amadurecida. E dar nunca é impor.


A introdução de One Less God de Lliam Worthington poderá recusar a própria vida num caminho religioso. Uma dádiva que nos torna livres? E será o filho capaz de escolher o final de outras vidas? Será a fé capaz de dar respostas para os problemas? Ou toda a educação religiosa é uma imposição? E tudo isto é amor? Não importa as nossas escolhas, importa a nossa felicidade. E o filme começa.

One less God é baseado nos ataques de Mumbai (2008), que deixaram a Índia e grande parte do mundo paralisados. Morreram pessoas de vários países. Curiosidade: são sete línguas faladas no filme e é principalmente um filme humanista.

O minuto de introdução no filme Devil’s Path abre dois cenários: é urgente mudar enquanto sociedade e é preciso saber mudar. A tornar verosímeis estes cenários ao longo do filme, o amor poderá ser a revolução da mudança e há outro elemento a ter em conta, a mentira enquanto escolha e consequência.

Decifrar o que está a acontecer neste thriller mental de  Mathew Montgomery é um quebra-cabeças.